Apesar das altas temperaturas em muitas partes do país, entramos oficialmente no inverno. Nessa época do ano o hemisfério sul está recebendo menos luz solar, o que sustenta a ideia de que as placas solares perdem eficiência, gerando menos energia. Mas, na verdade, isso não passa de um mito. Vem conferir com a gente como fica a geração de energia solar no inverno!
Produção pela luz solar e não o calor
As baixas temperaturas não interferem no sistema fotovoltaico, pois só é preciso da luz do sol, e não do calor, para a geração de energia elétrica. Apesar dos dias serem um pouco mais curtos no inverno, a eficiência da geração é a mesma e não sofre impactos. Graças à evolução da engenharia e ao conhecimento de profissionais do setor de energia solar, os sistemas fotovoltaicos são instalados com o ângulo correto de inclinação que faz com que elas funcionem bem o ano inteiro.

E como funciona a geração de energia solar nas placas?
A energia solar fotovoltaica funciona simples: transforma a luz do sol em eletricidade. Isso acontece através das células fotovoltaicas que estão presentes nas placas instaladas para a captação da luz solar. Normalmente, esse equipamento é feito de um material chamado silício. Quando a luz solar atinge essas células, ela faz com que os elétrons do silício se movimentem, criando a eletricidade.

Mas e o frio?
O frio pode até ajudar no desempenho do equipamento, uma vez que eles são feitos de silício — mesmo material utilizado para produzir chips de computador — e perdem eficiência quando expostos a um calor intenso.
Num primeiro momento, você pode achar isso um pouco estranho, mas as temperaturas baixas não prejudicam o sistema de energia solar. Nessa estação o céu também fica mais limpo e seco.

Investimento e soluções em alta
Com isso, as novas instalações de placas solares seguem aquecidas, com mais de 200 mil novos sistemas colocados nos telhados dos imóveis brasileiros entre abril e maio deste ano, conforme um levantamento baseado nos relatórios oficiais da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR). Um investimento total de R$3,5 bilhões.
Para quem tem receio, pouco espaço no telhado — o que passa a ser um investimento a mais para aumentar o tamanho do teto —, não quer se preocupar com manutenção ou não pode investir na instalação das placas solares, já existem novas opções no mercado, que atuam com a energia solar por assinatura.
Trata-se da geração de energia em fazendas solares e que é injetada na distribuidora local do consumidor que contrata. Assim, as pessoas passam a contratar energia renovável sem precisar se preocupar com nada. Isso proporciona mais liberdade para as pessoas, porque não importa se vai ser construído um prédio ao lado da casa dela, cortando a incidência de luz solar na placa, ou se vai haver um período muito chuvoso, por exemplo.
Um exemplo é a empresa LUZ, que fornece energia solar para residências e pequenos comércios sem a necessidade de obras e investimentos, com diferenciais de serviço, controle de gasto em tempo real e menor preço.
A migração é feita gratuitamente, sem necessidade de qualquer obra na residência ou comércio. Quer saber mais sobre essa solução? Clique aqui e vem conferir!